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ID da Notícia: 1404

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Data: 28/09/2012

Título: Fratura de mandíbula é principal sequela de traumas de face em crianças e adolescentes

Manchete: De acordo com um estudo no Setor de Cirurgia Bucomaxilofacial da Santa Casa de São Paulo


Corpo da notícia

De acordo com um estudo no Setor de Cirurgia Bucomaxilofacial da Santa Casa de São Paulo, de cada dez vítimas de fraturas de face em crianças e adolescentes, oito precisam de cirurgia, sendo a de mandíbula a mais comum, representando 71,43% das fraturas. O zigoma, osso que fica logo abaixo dos olhos, aparece em segundo lugar, com 7,14%, mesma porcentagem das fraturas do Naso-Órbito-Etmoidal, osso frontal localizado logo acima do nariz. Em sequência vem as fraturas de nariz e panfacial, que envolvem praticamente todos os ossos da face, com 4,76% cada. Por fim, completam a lista as fraturas da órbita e do palato, com 2,38% cada.

Entre os principais causas das fraturas estão acidentes automobilísticos e motociclísticos (35,72%); quedas de altura (21,43%); queda de bicicleta (14,29%); agressão física (14,29%); lesão por projétil de arma de fogo (9,52%); desabamento de muro (2,38%); e trauma durante esporte (2,38%).

O estudo constatou ainda que 81% das ocorrências foram em meninos e 19% em meninas. O verão foi o período com maior prevalência (35,71%), enquanto que o inverno apresentou a menor (16,67%). Uma das possíveis explicações é que no final do ano os dias são mais longos e as crianças têm mais tempo para realizar atividades ao ar livre, e, portanto, ficam mais sujeitas a sofrerem acidentes. Outro motivo seria o uso mais frequente dos veículos automotores para passeios familiares e viagens.

Contatou-se também que 83,33% das fraturas faciais dos pacientes necessitaram de intervenção cirúrgica para o tratamento. Atualmente, a maioria das reconstruções ósseas em crianças de até 12 anos é feita com materiais bioabsorvíveis, que substituem o titânio e são absorvidos pelo organismo conforme o paciente cresce, evitando assim a necessidade de uma nova intervenção.

Desenvolvido pelo Dr. Daniel Falbo Martins de Souza, o estudo analisou por três anos 42 casos de pacientes infanto-juvenis com diagnóstico de fratura facial, que corresponderam a 8,65% do total dos pacientes tratados com o mesmo diagnóstico.

Fonte: DOC Press Comunicação - SOCESP

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Fratura de mandíbula é principal sequela de traumas de face em crianças e adolescentes

De acordo com um estudo no Setor de Cirurgia Bucomaxilofacial da Santa Casa de São Paulo

Data da Notícia | 28/09/2012

De acordo com um estudo no Setor de Cirurgia Bucomaxilofacial da Santa Casa de São Paulo, de cada dez vítimas de fraturas de face em crianças e adolescentes, oito precisam de cirurgia, sendo a de mandíbula a mais comum, representando 71,43% das fraturas. O zigoma, osso que fica logo abaixo dos olhos, aparece em segundo lugar, com 7,14%, mesma porcentagem das fraturas do Naso-Órbito-Etmoidal, osso frontal localizado logo acima do nariz. Em sequência vem as fraturas de nariz e panfacial, que envolvem praticamente todos os ossos da face, com 4,76% cada. Por fim, completam a lista as fraturas da órbita e do palato, com 2,38% cada.

Entre os principais causas das fraturas estão acidentes automobilísticos e motociclísticos (35,72%); quedas de altura (21,43%); queda de bicicleta (14,29%); agressão física (14,29%); lesão por projétil de arma de fogo (9,52%); desabamento de muro (2,38%); e trauma durante esporte (2,38%).

O estudo constatou ainda que 81% das ocorrências foram em meninos e 19% em meninas. O verão foi o período com maior prevalência (35,71%), enquanto que o inverno apresentou a menor (16,67%). Uma das possíveis explicações é que no final do ano os dias são mais longos e as crianças têm mais tempo para realizar atividades ao ar livre, e, portanto, ficam mais sujeitas a sofrerem acidentes. Outro motivo seria o uso mais frequente dos veículos automotores para passeios familiares e viagens.

Contatou-se também que 83,33% das fraturas faciais dos pacientes necessitaram de intervenção cirúrgica para o tratamento. Atualmente, a maioria das reconstruções ósseas em crianças de até 12 anos é feita com materiais bioabsorvíveis, que substituem o titânio e são absorvidos pelo organismo conforme o paciente cresce, evitando assim a necessidade de uma nova intervenção.

Desenvolvido pelo Dr. Daniel Falbo Martins de Souza, o estudo analisou por três anos 42 casos de pacientes infanto-juvenis com diagnóstico de fratura facial, que corresponderam a 8,65% do total dos pacientes tratados com o mesmo diagnóstico.

Fonte: DOC Press Comunicação - SOCESP

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