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ID da Notícia: 1571

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Data: 23/10/2015

Título: Cerest diz que profissionais de saúde se feriram com risco de contaminação

Manchete: De janeiro a agosto de 2015, 38 profissionais da saúde feriram-se durante o trabalho, e foram expostos a material biológico, correndo risco de contaminação por algum vírus.


Corpo da notícia

Cerest diz que profissionais de saúde se feriram com risco de contaminação

 

De janeiro a agosto de 2015, 38 profissionais da saúde feriram-se durante o trabalho, e foram expostos a material biológico, correndo risco de contaminação por algum vírus.

 

O profissional da saúde que sofre acidente durante o trabalho, através do manuseio de seringas, bisturis ou lâminas, e fica exposto a algum material biológico, tais como o sangue e outros fluidos, recebe uma medicação para prevenir a contaminação dos vírus do HIV e da hepatite dos tipos B e C.

 

O Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) do Amapá, responsável pelo balanço, informou, no entanto, que o número de ocorrências desse tipo pode ser muito maior. Segundo a instituição, muitos profissionais não fazem a notificação do acidente de trabalho. A maioria estaria sem equipamentos de segurança, conforme o Cerest.

 

Em 2014, foram registrados 123 casos de acidentes envolvendo profissionais da saúde onde houve exposição a material biológico. Menos que no ano anterior, quando foram registrados 143 casos.

 

“Temos um sistema de notificação de agraves que registram esses acidentes com profissionais de saúde, que tiveram exposição a material biológico dentro das unidades de saúde. São notificações realizadas no local de trabalho, onde também é atendido”, informou a enfermeira do Cerest e especialista em saúde do trabalhador e ecologia humana Josilene Rodrigues.

 

“Achamos que essa ainda é uma subnotificação, porque ainda tem muitos casos de profissionais que não comunicam à chefia imediata que aconteceu o acidente. Portanto, esse número pode ser maior. Também identificamos que muitas vezes o profissional que faz o atendimento está sem os Equipamentos de Proteção Individuais [EPIs], que são meios de barreira para evitar esses acidentes”, disse a enfermeira.

 

O Cerest faz ações de conscientização e orientações a estudantes e profissionais que já atuam na área da saúde no estado. Nesta quinta-feira, 17 de setembro, o Cerest fez uma reunião técnica em Macapá para definir um novo fluxograma de atendimentos, com a aplicação de um retroviral, para que o profissional possa se prevenir de contrair a doença, e que ainda será repassado aos trabalhadores.

 

Fonte: G1

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Cerest diz que profissionais de saúde se feriram com risco de contaminação

De janeiro a agosto de 2015, 38 profissionais da saúde feriram-se durante o trabalho, e foram expostos a material biológico, correndo risco de contaminação por algum vírus.

Data da Notícia | 23/10/2015

Cerest diz que profissionais de saúde se feriram com risco de contaminação

 

De janeiro a agosto de 2015, 38 profissionais da saúde feriram-se durante o trabalho, e foram expostos a material biológico, correndo risco de contaminação por algum vírus.

 

O profissional da saúde que sofre acidente durante o trabalho, através do manuseio de seringas, bisturis ou lâminas, e fica exposto a algum material biológico, tais como o sangue e outros fluidos, recebe uma medicação para prevenir a contaminação dos vírus do HIV e da hepatite dos tipos B e C.

 

O Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) do Amapá, responsável pelo balanço, informou, no entanto, que o número de ocorrências desse tipo pode ser muito maior. Segundo a instituição, muitos profissionais não fazem a notificação do acidente de trabalho. A maioria estaria sem equipamentos de segurança, conforme o Cerest.

 

Em 2014, foram registrados 123 casos de acidentes envolvendo profissionais da saúde onde houve exposição a material biológico. Menos que no ano anterior, quando foram registrados 143 casos.

 

“Temos um sistema de notificação de agraves que registram esses acidentes com profissionais de saúde, que tiveram exposição a material biológico dentro das unidades de saúde. São notificações realizadas no local de trabalho, onde também é atendido”, informou a enfermeira do Cerest e especialista em saúde do trabalhador e ecologia humana Josilene Rodrigues.

 

“Achamos que essa ainda é uma subnotificação, porque ainda tem muitos casos de profissionais que não comunicam à chefia imediata que aconteceu o acidente. Portanto, esse número pode ser maior. Também identificamos que muitas vezes o profissional que faz o atendimento está sem os Equipamentos de Proteção Individuais [EPIs], que são meios de barreira para evitar esses acidentes”, disse a enfermeira.

 

O Cerest faz ações de conscientização e orientações a estudantes e profissionais que já atuam na área da saúde no estado. Nesta quinta-feira, 17 de setembro, o Cerest fez uma reunião técnica em Macapá para definir um novo fluxograma de atendimentos, com a aplicação de um retroviral, para que o profissional possa se prevenir de contrair a doença, e que ainda será repassado aos trabalhadores.

 

Fonte: G1

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