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ID da Notícia: 1576

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Data: 19/11/2015

Título: Malefícios do fumo passivo podem ser fatais e afetam 700 milhões de crianças

Manchete: O cirurgião-dentista é o profissional apto a informar e a conscientizar a população sobre este risco.


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Malefícios do fumo passivo podem ser fatais e afetam 700 milhões de crianças

O tabagismo passivo é a 3ª morte evitável no mundo e atinge metade da população infantil, ou seja 700 milhões de crianças que sofrem os efeitos danosos antes mesmo de nascer. O cirurgião-dentista é o profissional apto a informar e a conscientizar a população sobre este risco

O ar poluído pela fumaça do cigarro tem três vezes mais nicotina, monóxido de carbono e até 50 vezes mais substâncias cancerígenas do que a fumaça tragada pelo fumante ativo.

Os fumantes passivos ocupam o 3º lugar na lista de mortes evitáveis da OMS, atrás do consumo excessivo de álcool e o uso do fumo.

As crianças são as maiores vítimas - porque sofrem com os efeitos do cigarro antes mesmo de nascer. São 700 milhões de crianças, a metade da população infantil do mundo.

Este panorama mundial é alarmante e considerado como uma questão de saúde pública. No Brasil, a este fato, evitável pela prevenção, alia-se o gasto do Sistema Único de Saúde, de R$ 19, 15 milhões, com o tratamento destes não fumantes que morrem todo ano em consequência de doenças provocadas pelo tabagismo passivo. Mais de 50% das crianças com até 5 anos da cidade de São Paulo são consideradas fumantes passivas por causa do vício dos pais, segundo um estudo feito pelo Ambulatório de Drogas do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (USP). A pesquisa mostra que essas crianças desenvolvem mais otites, bronquites, rinites, asma e têm risco duas vezes maior de sofrer morte súbita quando comparadas com as de pais não fumantes.

O ar poluído contém, em média, três vezes mais nicotina, três vezes mais monóxido de carbono, e até 50 vezes mais substâncias cancerígenas do que a fumaça que entra pela boca do fumante depois de passar pelo filtro do cigarro (IARC, 1987).

Poluição ambiental

Fumantes passivos também sofrem os efeitos imediatos da poluição tabagística ambiental, tais como, irritação nos olhos, manifestações nasais, tosse, cefaleia, agravamento de problemas alérgicos, principalmente das vias respiratórias, e aumento dos problemas cardíacos, com destaque para a elevação da pressão arterial e surgimento de episódios de angina. Outros efeitos, a médio e longo prazo, são a redução da capacidade funcional respiratória, aumento do risco de aterosclerose e maior incidência de infecções respiratórias em crianças.

As duas componentes principais da poluição tabagística ambiental (PTA) são a fumaça exalada pelo fumante e a fumaça que sai da ponta do cigarro, sendo esta última a mais prejudicial, pois se forma durante 96% do tempo total da queima dos derivados do tabaco. Algumas substâncias, como nicotina, monóxido de carbono, amônia, benzeno, nitrosaminas e outros carcinógenos podem ser encontradas em quantidades mais elevadas.  Elas deixam de ser filtradas porque o cigarro queima em baixa temperatura, resultando numa combustão incompleta (IARC, 1987).

 

O que provoca em adultos não fumantes

• Maior risco de doença por causa do tabagismo, proporcionalmente ao tempo de exposição à fumaça;

• Risco 30% maior de câncer de pulmão e 24% maior de infarto do coração em relação aos não fumantes que não se expõem ao tabagismo passivo.

Em crianças

• Maior frequência de resfriados e infecções do ouvido médio;

• Risco maior de doenças respiratórias como pneumonia, bronquites e exacerbação da asma em bebês;

• Risco 5 vezes maior de morrerem subitamente sem uma causa aparente (Síndrome da Morte Súbita Infantil);

• Maior risco de doenças pulmonares até 1 ano de idade, proporcionalmente ao número de fumantes em casa.

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Malefícios do fumo passivo podem ser fatais e afetam 700 milhões de crianças

O cirurgião-dentista é o profissional apto a informar e a conscientizar a população sobre este risco.

Data da Notícia | 19/11/2015

Malefícios do fumo passivo podem ser fatais e afetam 700 milhões de crianças

O tabagismo passivo é a 3ª morte evitável no mundo e atinge metade da população infantil, ou seja 700 milhões de crianças que sofrem os efeitos danosos antes mesmo de nascer. O cirurgião-dentista é o profissional apto a informar e a conscientizar a população sobre este risco

O ar poluído pela fumaça do cigarro tem três vezes mais nicotina, monóxido de carbono e até 50 vezes mais substâncias cancerígenas do que a fumaça tragada pelo fumante ativo.

Os fumantes passivos ocupam o 3º lugar na lista de mortes evitáveis da OMS, atrás do consumo excessivo de álcool e o uso do fumo.

As crianças são as maiores vítimas - porque sofrem com os efeitos do cigarro antes mesmo de nascer. São 700 milhões de crianças, a metade da população infantil do mundo.

Este panorama mundial é alarmante e considerado como uma questão de saúde pública. No Brasil, a este fato, evitável pela prevenção, alia-se o gasto do Sistema Único de Saúde, de R$ 19, 15 milhões, com o tratamento destes não fumantes que morrem todo ano em consequência de doenças provocadas pelo tabagismo passivo. Mais de 50% das crianças com até 5 anos da cidade de São Paulo são consideradas fumantes passivas por causa do vício dos pais, segundo um estudo feito pelo Ambulatório de Drogas do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (USP). A pesquisa mostra que essas crianças desenvolvem mais otites, bronquites, rinites, asma e têm risco duas vezes maior de sofrer morte súbita quando comparadas com as de pais não fumantes.

O ar poluído contém, em média, três vezes mais nicotina, três vezes mais monóxido de carbono, e até 50 vezes mais substâncias cancerígenas do que a fumaça que entra pela boca do fumante depois de passar pelo filtro do cigarro (IARC, 1987).

Poluição ambiental

Fumantes passivos também sofrem os efeitos imediatos da poluição tabagística ambiental, tais como, irritação nos olhos, manifestações nasais, tosse, cefaleia, agravamento de problemas alérgicos, principalmente das vias respiratórias, e aumento dos problemas cardíacos, com destaque para a elevação da pressão arterial e surgimento de episódios de angina. Outros efeitos, a médio e longo prazo, são a redução da capacidade funcional respiratória, aumento do risco de aterosclerose e maior incidência de infecções respiratórias em crianças.

As duas componentes principais da poluição tabagística ambiental (PTA) são a fumaça exalada pelo fumante e a fumaça que sai da ponta do cigarro, sendo esta última a mais prejudicial, pois se forma durante 96% do tempo total da queima dos derivados do tabaco. Algumas substâncias, como nicotina, monóxido de carbono, amônia, benzeno, nitrosaminas e outros carcinógenos podem ser encontradas em quantidades mais elevadas.  Elas deixam de ser filtradas porque o cigarro queima em baixa temperatura, resultando numa combustão incompleta (IARC, 1987).

 

O que provoca em adultos não fumantes

• Maior risco de doença por causa do tabagismo, proporcionalmente ao tempo de exposição à fumaça;

• Risco 30% maior de câncer de pulmão e 24% maior de infarto do coração em relação aos não fumantes que não se expõem ao tabagismo passivo.

Em crianças

• Maior frequência de resfriados e infecções do ouvido médio;

• Risco maior de doenças respiratórias como pneumonia, bronquites e exacerbação da asma em bebês;

• Risco 5 vezes maior de morrerem subitamente sem uma causa aparente (Síndrome da Morte Súbita Infantil);

• Maior risco de doenças pulmonares até 1 ano de idade, proporcionalmente ao número de fumantes em casa.

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