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ID da Notícia: 1611

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Data: 20/05/2016

Título: O impacto da microcefalia na saúde bucal

Manchete: A microcefalia é uma condição neurológica em que o cérebro é subdesenvolvido.


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O impacto da microcefalia na saúde bucal

A microcefalia é uma condição neurológica em que o cérebro é subdesenvolvido em razão de as moleiras ou fontanelas (espaços abertos entre os ossos que irão permitir que o crescimento do cérebro ocorra sem haver compressão das estruturas) fecharem com prematuridade, resultando em uma cabeça menor que as de outras crianças da mesma idade e sexo.

Ela pode ser causada por uma série de fatores genéticos ou ambientais, e as crianças com microcefalia têm problemas de desenvolvimento. Embora não haja a cura definitiva para a microcefalia, constata-se que os tratamentos realizados desde os primeiros anos melhoram o desenvolvimento com qualidade de vida.

Para o cirurgião-dentista, é muito importante que no primeiro contato com os acompanhantes de pacientes com microcefalia sejam observadas as habilidades e características específicas, tais como humor, comportamento, linguagem, contato e interação. Esses dados são de extremo interesse no momento do atendimento odontológico. A criança com microcefalia, dependendo do seu diagnóstico e dos distúrbios associados, pode apresentar dificuldades no processo de aquisição de habilidades gerais do seu desenvolvimento. Nesse sentido, a melhoria na qualidade de vida pode ser citada como a principal meta da equipe de reabilitação e de saúde bucal responsável pelo tratamento.

Abordagem adequada, estabilização do paciente na cadeira odontológica, necessidade de sedação e atendimento hospitalar são situações que devem ser levadas em conta para estabelecer o plano de tratamentos desses pacientes, sempre precedidos de uma anamnese completa, da dinâmica familiar e do vínculo de confiança estabelecido entre os atores envolvidos.

Alguns dos principais achados bucais costumam ser doença periodontal, cárie, má oclusão, micrognatia, atraso na erupção dentária, disfagia, bruxismo e traumatismo bucal.

O acolhimento e a humanização das relações, somadas à prática colaborativa interprofissional, são ferramentas que devem ser agregadas ao processo de promoção de saúde desses indivíduos. Esses devem ter seu acesso ao tratamento odontológico garantido pelas Redes de Saúde de Referência e Contra Referência, públicas e privadas, que irão assegurar a promoção de saúde integral e segura.

Se cada um fizer a sua parte, o mundo vai agradecer!

 

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O impacto da microcefalia na saúde bucal

A microcefalia é uma condição neurológica em que o cérebro é subdesenvolvido.

Data da Notícia | 20/05/2016

O impacto da microcefalia na saúde bucal

A microcefalia é uma condição neurológica em que o cérebro é subdesenvolvido em razão de as moleiras ou fontanelas (espaços abertos entre os ossos que irão permitir que o crescimento do cérebro ocorra sem haver compressão das estruturas) fecharem com prematuridade, resultando em uma cabeça menor que as de outras crianças da mesma idade e sexo.

Ela pode ser causada por uma série de fatores genéticos ou ambientais, e as crianças com microcefalia têm problemas de desenvolvimento. Embora não haja a cura definitiva para a microcefalia, constata-se que os tratamentos realizados desde os primeiros anos melhoram o desenvolvimento com qualidade de vida.

Para o cirurgião-dentista, é muito importante que no primeiro contato com os acompanhantes de pacientes com microcefalia sejam observadas as habilidades e características específicas, tais como humor, comportamento, linguagem, contato e interação. Esses dados são de extremo interesse no momento do atendimento odontológico. A criança com microcefalia, dependendo do seu diagnóstico e dos distúrbios associados, pode apresentar dificuldades no processo de aquisição de habilidades gerais do seu desenvolvimento. Nesse sentido, a melhoria na qualidade de vida pode ser citada como a principal meta da equipe de reabilitação e de saúde bucal responsável pelo tratamento.

Abordagem adequada, estabilização do paciente na cadeira odontológica, necessidade de sedação e atendimento hospitalar são situações que devem ser levadas em conta para estabelecer o plano de tratamentos desses pacientes, sempre precedidos de uma anamnese completa, da dinâmica familiar e do vínculo de confiança estabelecido entre os atores envolvidos.

Alguns dos principais achados bucais costumam ser doença periodontal, cárie, má oclusão, micrognatia, atraso na erupção dentária, disfagia, bruxismo e traumatismo bucal.

O acolhimento e a humanização das relações, somadas à prática colaborativa interprofissional, são ferramentas que devem ser agregadas ao processo de promoção de saúde desses indivíduos. Esses devem ter seu acesso ao tratamento odontológico garantido pelas Redes de Saúde de Referência e Contra Referência, públicas e privadas, que irão assegurar a promoção de saúde integral e segura.

Se cada um fizer a sua parte, o mundo vai agradecer!

 

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